Uma lei que foi aprovada pelo Ministério do Meio Ambiente tenta salvar espécies de primatas de serem extintos

O governo brasileiro aprovou uma lei para tentar livrar quinze espécies encontradas na região amazônica de primatas, que estão correndo risco de serem extintos, e com isso espera favorecer outras sete espécies. Essa lei foi publicada há alguns dias atrás e passou a prevalecer desde então.

Atualmente essas espécies estão correndo risco de extinção, graças às práticas de caça e também pela perda da região natural onde eles habitam. Outros fatores também contribuem para essa situação, como doenças que atingem as populações de primatas, mas recentemente foi o caso da febre amarela, que representa um sério risco para esses primatas.

Esse projeto possui normas para a organização do território, reduzindo com isso a tensão causada sobre o habitat desses primatas. Também vão ser dados estímulos, para a realização de pesquisas sobre as consequências das alterações climáticas na região. Outra prática que vai ser colocada em ação visa conseguir controlar as doenças, que afetam esses animais encontrados na região amazônica.

Entre as espécies de primatas que estão apresentando risco de extinção estão o cuxiú-preto, o sauim-de-coleira e o  caiarara ka’apor,  sendo que esse último aparece na relação dos 25 primatas com maiores riscos de serem extintos do planeta.

A espécie sauim-de-coleira é encontrada em regiões metropolitanas da capital Manaus, sendo que essa espécie é uma das mais prejudicadas em relação às perdas de áreas do seu habitat natural. A grande parte das espécies que estão em risco de serem extintas, vivem em uma região chamada de “Arco do Desmatamento”, que é uma área que vai do sul ao leste de onde é encontrada a Amazônia brasileira.

De acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, uma organização ligada ao Ministério do Meio Ambiente, o país é o que possui a maior quantidade de espécies de primatas encontradas no planeta, cerca de 16% de todos os primatas conhecidos atualmente podem ser encontrados em florestas brasileiras.

Em consequência das Metas Nacionais de Biodiversidade, criada no ano de 2013, o PAN (Plano Nacional de Ação Nacional) foi idealizado para conseguir cumprir as metas que dizem que o país, deve reduzir as ameaças de extinção até 2020 de maneira expressiva.